Início Biografia Baby & Pepeu Novos Baianos
 
Discografia Solo


O que vier eu traço [1978]


Pra Enlouquecer! [1979]


Ao Vivo em Mountreux [1980]


Juntos de Novos [1981]


Canceriana Telúrica [1981]


Cósmica [1982]


Esperando Você [1983]


Kryshna Baby [1984]


Sem Pecado e Sem Juízo [1985]


Ora Pro Nobis [1991]


Um [1997]


Acústico [1998]


Ano 2000 [2000]


Exclusivo para Deus [2000]


Geração Guerreiros do Apocalypse [2012]


Baby Sucessos [2015]


Discografia Paralela [...]










 


# News Março/ 2016 - Baby do Brasil e Caetano Veloso cantam "Menino do Rio" no programa Altas Horas


Gilberto Gil, após internação, grava 'Altas Horas' com Caetano Veloso




Gilberto Gil já voltou ao batente depois de ficar 12 dias internado hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O cantor foi um dos convidados do programa "Altas Horas", que foi gravado dia 17/04/16, em São Paulo.

Gil participou da atração ao lado de Caetano Veloso, com quem está em turnê apresentando o show "Dois amigos", que celebra os 50 anos de carreira dos artistas.

Baby do Brasil se emocionou em sua participação, que cantou ao lado do filho Pedro Baby. “A relação que tem aqui nesse momento é de muita honra e muita emoção”, afirmou ela, que interpretou “Menino do Rio”.




Fonte: http://ego.globo.com/famosos/noticia/2016/03/gilberto-gil-apos-internacao-grava-altas-horas-com-caetano-veloso.html


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# News Dezembro/ 2016 - Pedro Baby mostra canções inéditas em show com Pepeu Gomes e Baby do Brasil


A apresentação aconteceu no dia 19 de dezembro de 2015 no Circo Voador




No Rock in Rio 2015, o show que reuniu no mesmo palco Baby do Brasil e Pepeu Gomes após 27 anos aconteceu, entre alguns motivos, pela colaboração de Pedro Baby, uma figura muito presente na vida artística dos pais. Agora foi a vez de Baby e Pepeu, que reforçaram o talento do filho em um show no Circo Voador, no Rio de Janeiro.

Na ocasião, Pedro mostrou músicas inéditas seu primeiro disco, Pedro Baby Vol. 1, que será lançado em 2016. O show terá as participações especiais de Jorginho Gomes e Dadi, que integraram - ao lado de Pepeu e Baby - o grupo Novos Baianos.

Do novo trabalho, “Beija”, o primeiro single, já está disponível em todas as plataformas digitais. A parceria com Arnaldo Antunes e Betão Aguiar é uma das faixas do repertório do show, que conta ainda com as canções inéditas “Bora Lá”, “Norte” e “Pra Matar Coração”, além de interpretações de sucessos dos Novos Baianos.

Pedro é conhecido também por trabalhos musicais realizados ao lado de grandes nomes da MPB, como Gal Costa, Marisa Monte, Bebel Gilberto e Ana Carolina. O álbum de estreia do músico trará colaborações com Nação Zumbi, Daniel Jobim, Edu Krieger e Ari Moraes, filho de Moraes Moreira.






Fonte: http://rollingstone.uol.com.br/noticia/para-apresentar-musicas-ineditas-pedro-baby-fara-show-no-circo-voador/


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# News Setembro/ 2016 - Em meio a emoções artificiais, Baby do Brasil e família comovem o Rock in Rio



Por ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER

Para comemorar sua guinada balzaquiana, o Rock in Rio achou que dava para fazer história a fórceps. Reuniu popstars nacionais para cantar hits surrados e até pôs à venda 500 azulejos de acrílico preenchidos com lama removida (recentemente) do terreno onde aconteceu a primeira Cidade do Rock, em 1985. R$ 185 cada um.

O reencontro entre o excasal Baby do Brasil e Pepeu Gomes, que desde a separação, em 1988, não tocavam juntos, mostrou que emoção não é algo que se fabrica com uma boa equipe de marketing.

Claro que a ideia de escalar os velhos Novos Baianos, em show mediado pelo filho guitarrista Pedro Baby, 36, era uma estratégia publicitária esperta. O saldo, contudo, revelou que não dá para criar emoção artificial —quando ela é de verdade, acredite, você saberá.

E todos na plateia souberam. Num dos momentos mais bonitos do Rock in Rio 2015, pais e filho descobriram em tempo real, após uns poucos ensaios de agosto para cá, que o trio funcionava. "É um momento único na história da música. Tem que viver cem anos para viver uma coisa parecida", disse Baby, 63, enquanto rodopiava seu tutu de bailarina, roxo como seus cabelos.

A apresentação foi um desdobramento de "Baby Sucessos", turnê da baiana produzida pelo filho desde 2012. Só que, desta vez, o convidado especial era o homem com quem trocou fralda de seis filhos (Sarah Sheeva, Zabelê, Nana Shara, Pedro Baby, Krishna Baby e Kriptus Rá).

Eles entraram no Palco Sunset às 16h35 e, antes das 17h, todos já tinham ido às lágrimas. Num dado momento, enquanto o vento jogava suas madeixas para trás, Baby estirava os dois braços para cada extremidade do palco, onde Pepeu, 63, e Pedro "duelavam" em solos de guitarra.

O vencedor, no fim, foi o público bem heterogêneo, formado por senhores namorados, adolescentes em prantos e até uma vovó recriminada pelo neto ao tentar acender um baseado de maconha.

Pedro já tinha avisado que não cabia tanta história em apenas uma hora de show. Foi o suficiente para desfilarem clássicos deles em carreira solo ou na fase Novos Baianos, como "Masculino e Feminino", "Todo Dia Era Dia de Índio" e "A Menina Dança". Músicas acompanhadas em coro pela plateia e que são uma aula de como fazer refrão —e boa parte da "geração Sesc" contemporânea poderia passar por esse intensivo.

Em "Menino do Rio" (composta para Baby por Caetano Veloso), ela trocou o verso "dragão tatuado no braço" por "Jesus 'forever' tatuado no braço", numa de suas várias amostras de proselitismo religioso.

Baby é do Brasil e, desde os anos 1990, também de Deus. Em 1985, quando ela e Pepeu tocaram no primeiro Rock in Rio, sua busca pela espiritualidade desembocou em louvação a Thomaz Green Morton, o guru do "rá" — grito energizante que também fez a cabeça de Gal Costa e Tom Jobim.

Agora, ela esclarece no palco, é "popstora" evangélica do "reino que não pode ser abalado". Aproveita até para fazer propaganda de uma conferência gospel que programa para o final do ano: "Não Vai Ter Bunda Mole no Céu".

Nem no céu nem na bem mundana Cidade do Rock, que minutos antes do show familiar começar era preenchida pelo hino gay "I Will Survive", tocado num palco ao lado.

A milhas de distância de líderes como Silas Malafaia e Marco Feliciano, a sobrevivente Baby preserva o espírito livre da menina que, em 1985, cantou no festival de minissaia e top, grávida de oito meses do filho Kriptus Rá.

Questiona na letra: "Se Deus é menina e menino, sou masculino e feminino". A menina, definitivamente, ainda dança.






Fonte: hhttp://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/09/1684181-em-meio-a-emocoes-artificiais-baby-do-brasil-e-familia-comovem-o-rock-in-rio.shtml/


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# News Setembro/ 2016 - Baby do Brasil e Pepeu Gomes voltam a dividir palco 27 anos depois


A apresentação aconteceu no dia 19 de dezembro de 2015 no Circo Voador




Por ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER

Em 18 anos, Baby do Brasil e Pepeu Gomes trocaram nomes (nasceram Pedro Anibal e Bernadete Dinorah), juras de amor, fraldas de seis filhos e cores de cabelo –inclusive os da axilas dela, uma laranja e outra azul nos anos 1980.

Até que, em 1988, acabou o casamento da dupla responsável por versos como "ser um homem feminino/ não fere o meu lado masculino" ("Masculino e Feminino") e "tudo azul/ Adão e Eva e o paraíso" ("Sem Pecado e Sem Juízo").

Os créditos finais pareciam ter rolado também na música. Há 27 anos acontecia o último show de Baby e Pepeu, que desde lá só se reencontraram no palco em reuniões bissextas dos Novos Baianos, banda que os apresentou ao Brasil.

No dia 20, a cantora e o guitarrista, ambos aos 63, tocarão juntos no Rock in Rio, em show produzido pelo filho Pedro Baby, 37, craque no mesmo instrumento que deu ao pai a fama de "guitar hero".

Em uma hora, Baby fará um apanhado de hits como "Menino do Rio" (primeiro sucesso solo, escrito por Caetano Veloso) e "A Menina Dança".

Pepeu – único artista a participar de todas as seis edições brasileiras do evento, incluindo a deste ano– será seu convidado. Para Pedro, que já acompanhou de Gal Costa a Marisa Monte e agora se junta aos pais, o Rock in Rio poderá ser um "trailer" do que vem por aí. "Óbvio que, se tudo correr bem, esse papo [um projeto no futuro] vai aparecer em almoços de família."

A reunião acontecer no festival significa um tanto para os dois. Há 30 anos, Baby –de minissaia, bota de cano alto e top bordados, o barrigão de oito meses de gravidez à mostra– sambou na cara do público metaleiro do primeiro Rock in Rio, com sua versão cantada de "Brasileirinho". Escalados para o dia de Ozzy Osbourne e AC/DC, ela e Pepeu escaparam das vaias. Erasmo Carlos não teve a mesma sorte.

Eram tempos de seguir Thomaz Green Morton, o guru do "rá" –grito energizante que contagiou os anos 1980, de Gal a Tom Jobim. Baby e Pepeu batizaram o caçula de Kriptus Rá (na barriga da mãe no Rock in Rio) e usavam adereços de metais (como garfos) que Morton dizia entortar com a mente.

Baby e Nina Hagen, 60, outra atração do festival, se encantaram uma com a outra. Em comum, o gosto por nomes excêntricos para a prole – a filha de Nina é Cosma Shiva.

Os baianos alugaram uma escuna no Iate Clube carioca e ofereceram um banquete à alemã. "Ela comia caruru, e aquela baba do quiabo escorria pela boca. Era uma punk doida", lembra a brasileira.

Desde 1999, Baby é do Brasil e também de Deus. "Popstora" evangélica, organiza a conferência "Não Vai Ter Bunda Mole no Céu", ainda sem data. "Sem nenhum baseado, me tornei uma pessoa muito mais louca." Do "rá" ao "aleluia", diz que sempre fez da busca pela espiritualidade uma "bandeira nacional".

Com cabelos roxos e Jesus no coração, volta ao Rock in Rio após 30 anos. Tem um próximo sonho. "Pedi a Deus para ter muitos filhos músicos, para podermos tocar juntos", diz a matriarca, que mantinha um "livrocaixa" com 46 refeições diárias para a filharada ovolactavegetariana.

A banda tamanho família ainda não aconteceu. Mas, do gospel ao eletrônico, os seis rebentos trabalham na área: Sarah Sheeva (nascida Riroca), Zabelê, Nana Shara, Pedro Baby, Krishna Baby e Kriptus Rá.

DE OUTRO MUNDO

Enquanto o filho franze a testa, Baby e Pepeu se fascinam com a "abelha, abelhinha" que fez "zunzum" pra eles durante a sessão de fotos. "É a amiguinha de 'Acabou Chorare'", diz ela. "A pretinha já morreu", pondera ele.

Pedro (ou Pituco, como prefere o pai), diz que, se não encarnar "o sério", capaz de todos terminarem dançando no telhado da casa de design oitentista, cercada por mata atlântica carioca e com piscina de chão de vidro. A mãe planeja fazer lá a festa "Cósmica".

Baby e Pepeu sempre foram de outro mundo. Já foram vetados na Disney. Culpa dos "cabelos coloridos" que tiravam "a atenção dos brinquedos do lugar", afirmaram em "Barrados na Disneylândia".

Baby filho, quando bebê, posou de fralda de paetê prateado num disco da Baby mãe. Cresceu "muito centrado", diz Pepeu, camisa estampada com rostos do rock, de John Lennon a Gene Simmons. "Só de olhar para ele me dá segurança."

"Parece até que Pedro é que é o pai deles", diz o motorista Ronaldo, que chegou atrasado porque seu passageiro, Pepeu Gomes, pediu para parar no caminho. Queria tomar um milkshake de Ovomaltine.








Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2015/09/1679503-baby-do-brasil-e-pepeu-gomes-voltam-a-dividir-palco-27-anos-depois.shtml


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Discografia com
Novos Baianos


É Ferro na Boneca [1970]


Compacto Duplo [1971]


Novos Baianos + Baby Consuelo no
Final do Juízo [1971]


Acabou Chorare [1972]


Novos Baianos FC [1973]


Novos Baianos [1974]


Vamos pro Mundo [1974]


Caia na estrada e perigas ver [1976]


Praga de Baiano [1977]


Farol da Barra [1978]


Trio Elétrico Novos Baianos [1979]


Infinito Circular [1997]






Páginas


Site Oficial Baby do Brasil

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Site Oficial Sarah Sheeva

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Site Oficial Nãna Shara

Site Fã Nãna Shara

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Acessos




 


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